Simulador do Sistema Alemão de amortização
Resumo rápido
O Sistema Alemão tem amortização constante, igual ao SAC — a diferença é que os juros são cobrados de forma antecipada, sobre o saldo devedor já descontada a amortização daquele mês. Isso reduz o total de juros pagos frente ao SAC tradicional.
Amortização extraordinária (opcional)
Registre pagamentos extras que pretende fazer, além da parcela normal.
1ª parcela
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Última parcela
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Total de juros
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Total pago
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Tabela de parcelas
| Mês | Saldo inicial | Amortização | Extra | Juros | Parcela | Saldo final |
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Como funciona o Sistema Alemão
A amortização mensal é constante, calculada como valor financiado ÷ número de parcelas, igual ao SAC. A diferença aparece no cálculo dos juros: em vez de incidir sobre o saldo devedor do início do mês, os juros incidem sobre o saldo devedor depois de descontada a amortização daquele mês — como se os juros do próximo período fossem antecipados para o pagamento atual.
Vantagens
- Total de juros pagos menor que no SAC, com a mesma amortização constante.
- Parcelas decrescentes e previsíveis, como no SAC.
Desvantagens
- Pouco oferecido por bancos no Brasil — mais um conceito de referência.
- Primeira parcela ainda mais alta que a do Price.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre o Sistema Alemão e o SAC?
Os dois têm amortização constante (o mesmo valor todo mês). A diferença está em quando os juros são cobrados: no SAC, os juros do mês incidem sobre o saldo devedor ANTES da amortização daquele mês. No Sistema Alemão, eles incidem sobre o saldo JÁ COM a amortização do mês descontada — ou seja, são cobrados de forma antecipada, sobre uma base sempre um pouco menor.
Por que o Sistema Alemão tem menos juros totais que o SAC?
Porque em todo mês os juros incidem sobre um saldo devedor um pouco menor (o saldo já reduzido pela amortização daquele mês), então o total acumulado de juros ao longo do contrato fica menor do que no SAC, mesmo com a mesma amortização constante.
Onde o Sistema Alemão é mais usado?
É pouco comum em contratos de varejo no Brasil (bancos usam majoritariamente SAC e Price), mas aparece em operações estruturadas, financiamentos internacionais e é um conceito clássico estudado em matemática financeira.